sexta-feira, 15 de maio de 2009

Talvez


O repetir parece a única saída
não me extravio do clichê
Há saída?
As palavras não alcançam...
Talvez
apenas na nossa linguagem...
Talvez a sutileza do enlace das mãos,
a completude do encontro dos olhares,
Talvez a cumplicidade dos nossos passos,
a companhia constante da paz,
O abraço íntimo da felicidade,
Talvez a liberdade do nosso começo
a promessa do nosso horizonte,
a certeza do palpitar no peito...

Talvez...
Talvez...
Talvez, caiba então, dizer do meu amor!

2 comentários:

Gustavo Bianch disse...

Ah, vc ja leu esse poema exclusivamente pra mim! rsrsrsrs
Achei lindo tão lindo quanto aquele dia!
Beijos!

Jaya disse...

Amor, sempre cabe. Ou melhor, nunca cabe.